Semente Educa
A Floresta tem a educação não apenas como um valor, mas como um compromisso. Por meio do projeto Semente Educa, não só proporcionamos formação aos nossos colaboradores e à comunidade, como também temos como objetivo atuar como um acelerador de carreira, promovendo a inserção e facilitando o desenvolvimento profissional no mercado audiovisual.
Semente Educa · Criativa
O projeto Semente Educa.Criativa, uma iniciativa da Floresta, é um curso de formação direcionado para jovens mulheres em condição de desigualdade socioeconômica se desenvolverem no mercado audiovisual.
Nesta segunda edição, dez jovens mulheres serão selecionadas para participar do curso que terá a duração de dois meses. O programa apresentará às participantes conceitos e processos de criação, desenvolvimento e formatação de um projeto. Após essa etapa, cada participante terá a oportunidade de criar um projeto de não ficção contando com a mentoria de profissionais da produtora e convidados.
Este programa não apenas capacita e empodera jovens, mas também oferece uma chance real de crescimento profissional e realização pessoal.
Conheçam as jovens que fizeram parte do Semente Educa.Criativa
Adélia Pereira de Sant’Anna é uma fotógrafa, artista visual e chef patisserie. Possui uma carreira que abrange a cozinha, a fotografia e a comunicação digital. Vinte e nove anos, nascida e criada na região metropolitana do Rio de Janeiro, é mãe do Joaquim, de dois anos. Com uma vivência suburbana e digital, é hoje especializada em confeitaria brasileira e também expressa a sua arte em captações visuais e fotografias. Atua como social media, como diretora artística, e com escrita de roteiros e poemas. Vive de forma independente na cidade de Niterói desde seus vinte anos, estuda atualmente Jornalismo, é formada em Gastronomia e passou também por uma licenciatura ainda não finalizada em Letras. É movida por uma performance de trabalho de modo compromissado e artístico.
Caroline Santos é roteirista e diretora. Formada em Produção Publicitária e técnica em Criação e Produção de Animação, destacou-se com os curtas Sem o Básico (2022), realizado no projeto nacional Diálogos Transformadores, e Amarras (2023), pelo Meu Olhar 2023. Seu trabalho mais recente é O Problema Tiffany, contemplado pelo Edital de Fomento à Execução de Ações Culturais nº 06/2024, da Prefeitura de Marília. Atualmente, desenvolve seu primeiro longa-metragem, com mentorias de Thays Berbe, Guilherme César e Yann Rodrigues, nos laboratórios CristaLab e Projeto Marieta. Também foi selecionada para participar do Semente Educa da Produtora Floresta | a Sony Pictures Entertainment company, para se especializar em formatos de Não-Ficção.
Neta de Dona Diva e fruto Jardim Cocaia – Guarulhos, Isabella Aparecida é multiartista, militante, cientista social em formação pela Universidade Estadual de Campinas, pesquisadora e integrante dos movimentos Funk e Hip Hop. Atualmente trabalha como fotógrafa, na idealização do brechó Cokaia Kits e da Feira Afrokaia; Faz parte do Núcleo de Consciência Negra da Unicamp (NCN), do coletivo audiovisual Negrudos, e mais atualmente, da Casa de Cultura Tainã. Também já atua como produtora de projetos que visam o trabalhar com educação, impacto social da população negra e periférica.
Nascida e criada na Brasilândia, zona norte de São Paulo. Hoje com 25 anos, mas desde cedo, Gab demonstrou interesse por áreas relacionadas às artes e à cultura. Hoje é Produtora artística, atuando na Agência África e realizando produções para marcas como Natura. Além disso, trabalha na produção audiovisual em festivais de destaque, como o Festival Batekoo, e possui experiência na organização de eventos culturais de grande repercussão, incluindo o Festival Negritudes e o Círio. Além de ser produtora em festas do underground de São Paulo como Ralachão, Na Laje, Trevvo, entre outras.
Apaixonada por promover experiências culturais e artísticas, ela une criatividade, dedicação e pró-atividade na busca por resultados de alta qualidade. Seu objetivo é continuar crescendo no setor de produção e comunicação, entregando trabalhos que remetem a sua história de muita luta e impacto, sempre buscando superar expectativas e ocupar locais que pouco foram acessados pelos seus iguais, trazendo eles junto com ela em cada trabalho.
É uma artista plástica de 21 anos cuja trajetória se enraíza no Quilombo Ivaporunduva, no Vale do Ribeira, e se expande no Capão Redondo, zona sul de São Paulo. Suas vivências quilombolas e faveladas atuam como eixo central de sua pesquisa artística, atravessando sua relação com o corpo, a imagem, o território e a narrativa.
Transitando entre artes plásticas, cinema, moda, comunicação e jornalismo, ela constrói uma prática híbrida que utiliza diferentes linguagens para explorar memória coletiva, estética negra e histórias que muitas vezes foram silenciadas. Seu trabalho emerge da intersecção entre tradição quilombola e expressões urbanas contemporâneas, propondo uma arte que reivindica existência, o corpo-território e a emancipação da mente negra.
Larissa Monteiro, tenho 20 anos e sou osasquense. Formada pelo Instituto Criar em produção audiovisual e em curso com a produtora Floresta com o projeto Semente Educa-Criativa 2 Edição, com experiência prática como assistente de produção na teledramaturgia “A Caverna Encantada” do SBT e atualmente aprendiz em Assistente de Direção na Produtora Boutique. O audiovisual é meu espaço de expressão e realização, onde posso unir organização, estratégia e criatividade para dar vida a projetos. Gosto de desafios e acredito que cada produção é uma oportunidade de contar histórias que conectam pessoas. Minha ambição é seguir crescendo na área, explorando novos olhares e ajudando a construir um audiovisual brasileiro diverso, criativo e memorável.
Marcela Pinheiro é artista, comunicadora e empreendedora. Estudante de publicidade, se considera uma generalista e pesquisadora das interseções entre arte, identidade e ancestralidade. Também carrega um nome ancestral, Ọba Kúnmí, que significa “a realeza me acolhe / a realeza me acaricia” — um chamado para honrar força, cuidado e linhagem.
Atua como articuladora territorial do cineclube de sua comunidade, no Capão Redondo, por meio da Spcine, fortalecendo o acesso ao audiovisual e criando espaços de encontro, memória e pertencimento no território.
A partir dessa herança e desse compromisso comunitário, Marcela cria projetos que unem emoção, memória e consciência social, explorando narrativas que expandem percepções e aproximam pessoas de si mesmas e de suas histórias.
Nascida e criada na Zona Norte de São Paulo, Matriarcak é comunicadora, escritora, arte-educadora, mestre de cerimônia e assistente de direção em produções cinematográficas. Atuou em projetos como “Nova Cena” (Netflix), “Desejos S.A” (Disney+), “Mutirão Saúde” (Canal Futura/Globoplay), entre outros.Atualmente, está à frente do curta-metragem “Antes Que Seja Tarde”, um filme que celebra a existência de corpos dissidentes em uma jornada que atravessa passado, futuro e ancestralidade. Apresenta semanalmente o podcast Na Vez e Na Voz ao vivo no YouTube e cria conteúdo para as redes sociais.
Raíssa Anjos é roteirista e diretora baiana formada pela USP. Atua em narrativas que atravessam música, espiritualidade, afeto e brasilidade contemporânea. Como diretora, seu trabalho mais recente é o curta-metragem de TCC Trago seu amor de volta (2025), que combina realismo sensorial e inventividade visual. Atualmente, trabalha como assistente de roteiro na produtora Coração da Selva e desenvolve projetos de ficção e documentário. No Reclipe, encontra um formato capaz de unir TV aberta, streaming e redes sociais, conectando gerações e criando novas formas de celebrar a música e o cinema brasileiro.
Conheçam as jovens que fizeram parte do Semente Educa.Criativa
Beatriz é estudante de Produção Cultural com experiência em diversas áreas do audiovisual. Já desenvolveu projetos em stop motion e uma websérie que será lançada em breve. Atualmente, trabalha como auxiliar de produção em um documentário também andamento, onde adquire conhecimentos práticos valiosos. Com formação inicial em Relações Internacionais, Beatriz decidiu seguir sua verdadeira paixão pelo cinema e busca se especializar na área de roteiro.
Bruna Vilaça tem 28 anos, é dramaturga, diretora de arte e roteirista. No teatro, é cofundadora da Companhia dos Solilóquios, onde assina a dramaturgia dos espetáculos “Café” (2019), estreado no Centro Cultural São Paulo, “Doa-se um Sofá Verde Menta” (2022), estreado no Sesc 24 de maio, e “O Vão entre o Trem e a Plataforma” (2024), estreado no Sesc 24 de Maio.
No audiovisual, é membro da Recicla Filmes, e realizou como produtora, roteirista e diretora de arte, o longa-metragem “Fragmentos de Nós Dois”, que foi contemplado no edital de Finalização de Longas-metragens de Baixíssimo Orçamento da Spcine, que assina a coprodução da obra. O filme adentrou festivais nacionais e internacionais como o Satyricine Bijou 2022 e Noble International Film Festival And Awards 2021.
Em 2024 é contemplada pela Lei Paulo Gustavo e trabalha na pesquisa e produção do roteiro “Para Aonde Vai o Tempo e os Trens?”. Também escreve seu primeiro livro intitulado “Eu Também Nunca fui Adulto”, que será publicado pela editora Laboriosa Produções Poéticas em dezembro do mesmo ano.
Formou-se em produção audiovisual no Instituto Criar de TV, Cinema e Novas Mídias em 2018 e, no mesmo ano, iniciou seu primeiro estágio no departamento de direção da série Sintonia, do KondZilla, com a Netflix. A partir de então, atuou como 3ª assistente de direção nos seguintes projetos: Esposa de Aluguel, 3ª e 4ª temporadas de Sintonia da Netflix, O Negociador da Amazon Prime e Mundo Curiozoo da Discovery Kids. Formada em Rádio, TV e Internet, atuou como 1ª assistente de produção na Rede Bandeirantes, no canal Sabor e Arte, e no mesmo ano, como assistente de produção, realizou uma publicidade para a Amarula. Atualmente, está no programa de formação Sementes da Floresta Produtora.
Josi Reis é realizadora, diretora e produtora de projetos audiovisuais. Nascida e crescida em Rio Grande da Serra, no ABC Paulista, é formada em Comunicação Social pela UMESP e em Animação pelo CAV – Centro de Audiovisual. Realizou em sua monografia de graduação uma pesquisa sobre a presença de mulheres na animação brasileira.
Profissionalmente, trabalhou em produtoras publicitárias como editora de vídeos e desenvolveu ilustrações e animações para projetos de curtas e longas de animação. Em 2021, foi diretora e animadora do curta “Cria da Mata”, documentário híbrido com animação sobre artesanato sustentável em sua região, em 2023 foi assistente de direção do longa de animação “Papaya” (em andamento). Atualmente, dirige o curta-metragem de animação “Dona Serra” e realiza oficinas de animação em escolas públicas.
Kennya Rosa é Artista Multimídia, natural do Rio de Janeiro, formada em Sonoplastia (Escola de Teatro de São Paulo), com formações acadêmicas em instituições como Funarte, PUC-RJ e UERJ, realizou trabalhos de alcance nacional e internacional nas áreas de Artes Sonoras, Audiovisual, Criação para Rádio,TV e Internet, Pesquisa Cultural e Publicidade.
Passou por residências artísticas no British Council, Oi Futuro e Afroreggae, e participou de variados projetos de comunicação com parceiros como Rio 2C, ArtRio, Rádio Mix, Resident Advisor, Filtr Music Brasil, Spotify, Rinse FM, Red Bull e WME, em seus trabalhos artísticos se apresentou como renomados Festivais como The Town, Queremos, MUTEK e Novas Frequências. Fez parte do #TeamFloresta com assistência na equipe de desenvolvimento e criação, além do Shark Tank 10.
Leticia Ray, 21 anos, multiartista motivada pelo poder do som, da música e da imagem em retratar e mudar realidades para além das telas. É Produtora Audiovisual e Técnica de Som formada pelas Instituições Criar de TV, Cinema e Novas Mídias e Senac. Atualmente, está cursando técnico em Sonoplastia na SP Escola de Teatro. Trabalha na produção e sonoplastia de peças tetrais e de filmes, como Direção de Produção, Produção de Casting e Elenco e 1ª Assistente de Direção, e no áudio, com produção musical e de trilhas sonoras, captação de som direto e assistência de áudio.
Natália Tupi é Realizadora Audiovisual e Cineasta Indígena natural de Parintins, Amazonas. Também é criadora e idealizadora da Ancestralidade Visual (@ancestralidadevisual), onde busca fazer do audiovisual ferramenta de luta e resistência. “- Como sempre digo: minha câmera é minha flecha e é com ela que eu luto ao lado dos meus parentes.” Seus principais trabalhos como Cineasta são os documentários “Minha câmera é minha flecha!”, “Os sonhos guiam”, “Pequeno Sol” e “Nhemongaraí – Ontem, hoje e amanhã.” Atualmente, faz parte da Rede Audiovisual para Mulheres Indígenas. Rede Katahirine.
Priscila Ribeiro, cineasta, atriz, produtora, professora de teatro e co-fundadora da Cia. Dois Ventos, conhecida há 08 anos por projetos artísticos que abordam questões sociais relevantes. Priscila foi idealizadora e realizadora de alguns curtas metragens, como: “Sonho Alheio” e “O Último Presente”, e no longa metragem “Na Sombra dos Holofotes”, atuou como roteirista, produtora executiva e diretora de arte.
Atualmente faz parte do projeto “Semente Educa Criativa”, com a produtora Floresta e está desenvolvendo seu novo projeto “Cadê Maitê?”, série investigativa, que aborda a trajetória de uma mãe periférica em busca de sua filha desaparecida.
Com uma carreira diversificada, ela utiliza sua arte para promover reflexão e transformação na sociedade, inspirando através do teatro e do cinema. Integra o #TeamFloresta na assistência do time de desenvolvimento Não Ficção.
Suellen Maia | Participou do programa de formação Fulbright New Voices, para roteiristas iniciantes em 2021. E também nesse ano, publicou seu livro de estreia “Creque Creque”, voltado para o público infantil. Foi assistente de sala de roteiro na série de animação “Lupi e Baduki” produzida pela Flamma em parceria com a Warner Bros Discovery. Participou do programa de formação Sementes da produtora Floresta. Integra o #TeamFloresta prestando assistência para o time de ficção, e fez assistência de roteiro e auxiliar de direção no projeto Quarto do Pânico.
Nascida e criada na Brasilândia, Vitória Teixeira, é técnica em comunicação visual, atuando no mercado há 5 anos. Estudante de Ciências Sociais na USP e começou no audiovisual com o É NÓIS NA FITA. Em sua trajetória de estudos, desenvolveu um projeto voluntário de design social para o Instituto Encantos, uma ONG que oferece oficinas culturais para a periferia do Jardim Santa Cruz. A partir disso, ampliou a atuação na comunicação do terceiro setor e projetos culturais através da produção de conteúdo para o É NÓIS NA FITA, Science Film Festival e Festival Comkids. No audiovisual, participou da formação e produção audiovisual do edital Meu Olhar, tendo dois projetos selecionados. Foi diretora de arte e produtora executiva de “Além das Pipas” e em especial diretora e produtora executiva de “Faustina – Música Para Viver” um documentário sobre a história de vida de sua mãe, Edna Faustina. Ambos selecionados para exibição no Canal Futura e Globoplay. Ainda no audiovisual, foi assistente de roteiro no longa-metragem “Corações Solitários” da Manjericão Filmes e também atuou como assistente de produção executiva em outros projetos da produtora. Foi diretora de arte do curta “Adeus Azul” exibido na Noite de Kino no 34º Curta Kinoforum, assistente de produção no documentário da Perifacon em 2023 e designer de cenário para a publicidade do dia das mães da Sam’s Club. Em outros trabalhos, atuou na comunicação para a área política com a Frente Parlamentar Mista da Educação e Campanha Eleitoral de Tabata Amaral em 2022. Criou em 2023 o coletivo Várias Fita Filmes, com o intuito de transpor o potencial narrativo periférico através do audiovisual.